Já queria fazer estas referências antes mas - graças à novela luso-venezuelana dobrada em brasileiro em que os maus andaram a viver à grande e a portarem-se mal até ao último episódio no qual Clotilde encontrou finalmente o José passados 47 anos de maus tratos por parte do marido que nunca amou e com o qual foi obrigada a "assentar" porque o seu pai a chantageou através de uma mentira que envolvia a sua mãe falsamente grávida de (precisamente) José, em que este ao ver o seu amor casar com o malfadado Carlos, desistiu de viver, sobrevivendo à custa do álcool e da depressão, que o embalaram todo esse tempo - tal não me foi possivel senão somente agora.

Parece que a justiça está em saldos... "Pague apenas 1/4 do total". Terão os responsáveis descoberto agora o Monopoly?

E isto já se tornou uma piada facil (facilíssima!), mas será que posso ter direito a 2 dias de tolerância para ir ver o Federer no Estoril Open? E será possivel criar-se mais um feriado, sei lá... No dia em que o Benfica ganhar o campeonato?
Ah!, e já agora... Nada. deixem lá.
Não!, esperem, sim, já sei! E que tal tolerância de ponto durante os dias do Ramadão?

E que tal tolerância de ponto só porque sim e quando apetecesse? "Olhe, está um lindo dia e parece que na praia é que se está bem agora. Ainda por cima há coisas giras para ver por lá..."

Pois, bem sei, por causa da novela já cheguei tarde. Mas antes chegar tarde e bem que cedo e mal...


PS: Bonito mesmo era os funcionários públicos serem obrigados a irem a Fátima. A pé!

PS Adenda: A frase acima é dirigida, em jeito de ironia, a quem tomou a decisão da tolerância de ponto.

6 comentários:

Moyle disse...

bem me vai saber, acredita, porque tenho que fazer 140km para ir trabalhar 90m, mas discordo completamente desta treta.

Cirrus disse...

Noya, quais funcionários públicos? Os médicos, os professores ou os enfermeiros?

Noya disse...

Moyle,
a cada comentário cada surpresa... :)

Noya disse...

Cirrus,
todos!
Encerrem-se os serviços públicos todos e deixem-nos ir...

Naturalmente que são eles que acabam por acarretar com as decisões dos seus "empregadores", mas a minha opinião vai mesmo contra quem tomou esta decisão. Andam a brincar com isto e nós, uma vez mais a assobiarmos...

(Só para fazer uma ressalva quanto aos médicos. Os meus, pelo menos, têm sido fantásticos, motivo pelo qual não tenho qualquer razão de queixa, bem pelo contrário)

Moyle disse...

pela ter opinião, por discordar, por trabalhar, ou por trabalhar para o público? :D

Noya disse...

Moyle,
pela opinião, não. Pelo facto de trabalhares para o público. E a trama adensa-se, tendo em conta o nível de escrita... :)