A todos vós...


Vamos lá "despachar" isto para ir à minha vida. Começo pela Ginger, que foi a minha primeira seguidora fora do meu mundo real.

Ginger, desejo-te um Feliz Natal junto dos teus. Não sei porquê mas imagino-te atenciosa e altamente entusiasmada a contar fábulas aos pequenos elfos (isto já sou eu nas minhas divagações...). E também, já agora, um Happy Festivus!
Pronúncia, só de pensar que travámos "conhecimento da forma menos natalícia possivel... Desejo-te um Feliz e grande Natal!
Princesa, para ti, um Feliz e encantado - mais tarde ou mais cedo sê-lo-á - Natal (sim, aquele para lá do 25). Para o teu piqueno também (que espero que esteja contigo nesta época). Tudo de bom!
Tronxa, um Natal munta feliz (estou mesmo a ver a algazarra aí em casa...) e para os habitantes da Tronxeira de Baixo.
GiGi, feliz Natal com muita dança e alegria.
Inconstante, que tenhas um Natal em grande, assim como o teu filhote.
Ana GG, desejo-te um feliz Natal e que o próximo ano te traga mais “descanso” para uma profissão que tanto precisa.
de Marte, não sei se andas por aí ou se já regressaste ao teu planeta – e nem sei se comemoram estas coisas – mas aproveito para te desejar também um Feliz e marciano Natal.
mf, Feliz Natal e que o próximo ano seja o ano da tua afirmação na grande cidade e a abertura de novos horizontes.
Rose, Feliz Natal (tudo o que leio acerca de ti aponta para o mereceres e muito).
Catwoman (sim, não me esqueci), um Feliz Natal para ti, muita paz e descanso também.
Maya (não deves gostar deste tipo de coisas, mas que se lixe!), um Feliz Natal com tudo de bom e muita diversão. E cuidado com a comida...
Carlota (ainda "apareceste" a tempo...), um Feliz Natal também para ti.
Por fim a Ipsis para poder passar para o Johnny. Que tenham um feliz Natal em família e tenham muitas histórias para contar.
LBJ, homem das palavras sem fôlego, para ti as mais simples e sentidas palavras: um Feliz Natal! E um abraço.
Forte, um Feliz, forte (e nada feio) Natal. E com muitas fotos.
Cirrus (o que diz o que pensa sem problemas e sem medo), desejo-te um Feliz e santo Natal.
Garcia, desejo-te um feliz, sacana e glorioso Natal.
francis, pá, um grande Natal e que o passado fique onde tem que ficar, para trás! E vá... Que o Esporting ganhe uns joguitos (É aproveitar o espírito...).
Dylan, um Feliz e vermelhíssimo Natal!
Catsone, Feliz Natal.
afectado, um Feliz Natal também para ti.
Grande Moyle, eh pá... Que dizer? Desejo-te o Natal mais parvo possivel! Mais a sério, um óptimo Natal para ti.
And last but not least (porque neste caso o último é mesmo o primeiro – que comecei a seguir), João Cacelas (não leves a mal por seres o last que para trás é só lampiões, tinha que lhes dar prioridade...), um feliz Natal para ti e para as mulheres da tua vida e que continues a presentear-nos com o teu humor parvo e contagiante.

Estendo os meus desejos a todos quantos pertencem ao vosso mundo.
Beijos e abraços e muita saúde.

(E já agora também a quem ache um desperdício os 2 segundos de vida que perdeu ao passar por aqui discretamente)

E não esperem isto para o próximo Natal que dá um trabalho "estúpido"!

PS: Maria e B., naturalmente que as duas serão presenteadas de outra forma.
PS2: Esta mensagem foi escrita há já umas 2 semanas e não teve revisão. Se algo não estiver em ordem, as minhas desculpas (no Natal tudo se perdoa...).

Até para o ano que vem!

Até lá, tenham juizinho... E não remem contra a maré. A não ser que sejam muito bons no que fazem ou tenham quem vos proteja as costas.
[Qualquer semelhança entre isto e sexo é pura coincidência (é nisto que dá ter colegas que pegam em qualquer frase e lhe darem uma conotação sexual - traumas de mania de perseguição...)]

PS: Tudo de bom para o 2010 - Que deixem arrastar o caso Casa Pia para ver se se atingem as 1000 sessões (quero ver como é que vou explicar ao meu neto - nem filhos tenho ainda... - no seu 30º aniverário porque é que o caso ainda se arrasta), que o Vara (não pensem que o Loureiro já caiu no meu esquecimento...) salte por cima da justiça podre e continue a receber os amigos para lhes indicar onde ficam as entidades públicas prestadoras de serviços..., que o desemprego continue a aumentar, que o PS continue nas infantis ameaças que assim não conseguem governar e, entre muitas outras que nem o tempo nem a inspiração me permitem deixar aqui, que as exigências do ensino escolar continuem a progredir como até aqui. E já agora, porque não continuarmos a assobiar para o ar?
PS2: E como só falo de política e de bola - como homem que sou -, espero que a selecção brasileira B ganhe ao Brasil A por 7-0 no Mundial. Com seis golos do Pituí Pernambucano (naturalizado em fins de Maio) e um golo de bunda do Liedson.

Estou a precisar...

... Urgentemente de um reset!


Nota-se...

Noção de nostalgia:

Longe vão os tempos em que a hora de ponta era às 18h em ponto (ou ponta).



PS: É ao provocarem trânsito para verem o acidentado na faixa do sentido contrário que me apercebo que os portugueses são uns idiotas (sem ofensa a quem leia e faça o mesmo)...

Everyone's got a talent*



Muito bom!

*Eu cá não quero nada disso!

O que é que vocês andam a ler?

O Outono é aquela estação de preparação, por isso ando sempre como que meio a cambalear.

No que toca à época Primavera/Verão estou apto para qualquer coisa, tomo iniciativas (cada vez mais, que o tempo não brinca com quem se deixa "arrastar"), tenho vontade de "sentir" o mundo lá fora e desfrutar do extenso e belo azul.

Já quando entra o Inverno, a diferença comportamental faz-se notar e, exceptuando as jantaradas e subsquentes saídas, só me apetece ficar na "toca", protegido por 1001 peças de roupa ou uma tonelada de mantas, apenas mexendo-me para uma refeição rápida e mais que isso só os dedos para teclar ou folhear livros. (Não, infelizmente não deixo de trabalhar...).

E por falar em livros... O Cirrus presenteou-me com este selo (que desde já aproveito para agradecer):

Pois o Cirrus gostaria de saber que livros quero ter pelo Natal. Fala-se em 5 mas por agora só me vêm 3 que quero mesmo:

"Moby Dick", de Herman Melville (ando numa de clássicos, que querem?);
"A Cidadela", de Antoine de Saint Exupéry (sou impulsivo e ao ler o nome do autor do livro e a primeira frase não me contive na vontade);
"A Day at El Bulli", de Ferran Adrià (curiosidade...).

Quanto aos dois primeiros, tenho um dedinho que adivinha que me disse que já cá "cantam" (talvez o facto de os ter pedido aos meus pais me leve a sabê-lo). Já o terceiro terá que ser - se quiser - a minha segunda prenda para mim próprio...

E os meninos e meninas que passam por aqui, regular ou esporadicamente, qué que têm em mente para além de amor e paz? (Sim, é para responderem todos! Se não... O Pai Natal está de olho em todos vós...)

Ridículo?

Ridículo não é amar e não se ser correspondido. Não é lutar e acreditar em algo mais e melhor para si próprio. Não é criar expectativas e estas serem defraudadas. Ridículo é não ter a capacidade para amar. E não perceber o quanto se perdeu.

Ridículo não é cair e chorar como consequência, mas sim não arriscar, não viver, não acreditar. É recuar quando se pode colocar um pé defronte do outro, ainda que pouco a pouco.

E então, se há quem nos magoa por instantes? Teremos sempre connosco aqueles que nos possibilitam o sorriso eterno; os que com uma simples recordação nos colocam "aquele" brilho nos olhos; os que nos preenchem a alma.
Aqueles que optam por não ficar não têm importância. Ridículo, sim, é passar ao lado de grandes amizades.

Eu não guardo pedras para mais tarde construir um castelo. Todas juntas são pesadas e muitas são necessárias para o construir. E os castelos são lugares demasiado grandes, frios e solitários.
As pedras? Tiro-as do caminho e prossigo!

Deixo-te este conselho:


Olha para tudo quanto tens (e és), o que alcançaste e verás o quão grande és!
Quero trabalhar no Parlamento.
E pode ser em qualquer partido.
Qualquer não, que no Executivo dá muito trabalho, e estão sempre a levar com pedras e apontares de dedo. Tirando este, aceito qualquer um. Até o Bloco...
Mas não quero estar lá só por estar. Quero ter uma presença... Marcante. Não digo que tenha que intervir, que isso é muita exposição.

Quero ser aquele deputado que contribui constante e oportunamente com os "Muito bem!".
Acho que tenho jeito para isso...

Comer e calar.

Cada vez mais me convenço que escolhi a profissão errada...
E é aqui que entra a clássica "Eu bem te avisei...".

Dúvidas natalícias...

Por parte de grande parte da área psicológica há a tendência para afirmar que normalmente quem dá constantemente sem receber é por falta de auto-estima e/ou carências afectivas. Que parte de alguém que necessita de se sentir integrado e reconhecido.
Assim sendo, estaria Jesus à beira de ou em plena depressão? Sofreria ele de baixa auto-estima?


E eu, que tanto gosto de dar? Serei carente...?

Nota mental:

Não voltar ao centro comercial senão após o dia 25...


Mas ao menos comprei a minha prenda de Natal (e fechei a "loja").

Dúvidas, dúvidas...

Devo dizer o que sinto e penso, arriscando-me a tornar-me inútil (ou seja, desemprego) ou devo “comer e calar”, deixar andar e tornando-me assim num inútil (como ser pensante)?

As minhas novas frases preferidas:

"É para o lado que durmo melhor" (sim, eu sei que já é antiga, mas que querem, só agora comecei a usá-la).

"Isso é uma longa história, para te contar isso tinha que te contar a minha vida toda..."
Gosto particularmente desta.
Quem tem mesmo interesse percebe que eu não tenho interesse em lhe contar. Quem não tem muito interesse, deslarga porque não tem paciência para apanhar uma seca. Nem vontade para insistir...

O Tratado...

Fogo de artifício no Parque das Nações à responsabilidade da Câmara de Lisboa para comemorar a entrada em vigor de um tal Tratado que ninguém sabe o que significa (apostava tudo o que tinha em como o Sarkozy, a Merkle ou o Sócas - nem falo do Berlusconi... - não fazem a ponta de ideia do que lá está).

Também gostei dos vários cortes de estrada.
Alternativa? Vá de comboio!

E que tal a alternativa ser uma balda colectiva ao trabalho? Isso é que era!
Mas bonito, bonito era o tal conjunto de idiotas para os quais as estradas foram cortadas usarem eles o comboio em vez de se lhes estender um "tapete vermelho" até à Cimeira. Ainda por cima a paragem do combio não fica muito longe. Só têm que atravessar a estrada e o jardim todo para lá chegarem. E a alguns (muitos?) até dava jeito o exercício físico...

Claro que tudo isto não podia ficar completo sem a colocação da cereja no topo do "bolo"´(para mim, pelo menos). E quem melhor para o fazer? O gajo da tuna, claro! (Logo eu que os "adoro"...):
"É um imenso orgulho ter um tratado com o nome de Lisboa".
É sim, senhor!


Uma questão (pertinente, como sempre): Será que o dia de ontem dará direito a feriado? Ou será apenas o Dia do Tratado de Lisboa? É que qualquer dia não há dias do ano para dar azo a Dias...

Posso?

Dar umas chapadas neste gajo? É que não suporto a personagem.
E já agora, pode ser neste também? É que vejo um saco de pancada sempre que o vejo.

Bem sei que estamos numa época de espécies protegidas, mas não são 2 andorinhas que fazem a Primavera. Mais duas, menos duas...

Não se preocupem, porque segundo alguém (pena que o texto tenha sido eliminado que vinha logo um copy/paste), só é mau falarmos mal de uma pessoa se isso chegar à visada, o que não me parece que haja a mais remota hipótese de acontecer...

A melhor publicidade de sempre!

Vi o panfleto num hospital:

"NÃO SEJA UM DEPENDENTE DE COMPRIMIDOS...
SEJA LIVRE! IURD.PT"

É sempre porreira a lavagem cerebral como alternativa aos químicos ou fármacos...

Vai ser giro, vai...

Se tivermos em conta a célebre frase do Jorge Coelho ao afirmar que quem se mete com o PS leva, como será então se isto se verificar?

[Mãos a esfregarem uma na outra]

Aceitam-se apostas.

E depois há aqueles comentários estúpidos...

No desenvolvimento do serviço público do texto anterior veio a memória achincalhar-me com algo a que tive acesso privilegiado. Deu-se o ano passado, numa segunda-feira:

Funcionária pública - Olhe que estas análises eram para a sexta passada...
Utente - Pois, eu sei, mas vim cá e estavam fechados.
FP - Pois, quinta foi feriado e deram-nos ponte.
U - Então e agora?
FP - Agora vai ter que ir ali ao lado remarcar as análises.
U - Então mas eu venho cá de propósito no dia em que estão marcadas, estão fechados e não avisam e ainda por cima tenho que ir remarcá-las?! Isto é mesmo a gozar com uma pessoa!
FP - Olhe, queixe-se ao Sócrates!

E foi ali que sobressaiu, infelizmente, o meu maior defeito (gosto de acreditar que é esse...) - o facto de não me sairem na hora os pensamentos brilhantes que tenho minutos depois.

Tem que haver qualquer coisa de místico com os guichets. Há ali algo que deve transformar uma pessoa por completo, só pode! Parece que se tornam autênticas raínhas (sim, porque ainda não vi nenhum homem nessas funções).

Algo me diz que todos os ditadores da História começaram por trabalhar atrás de um balcão.

A minha funcionária pública preferida

Sempre que tenho a "sorte" de ter que alterar a data das análises dá sempre no mesmo - o atendimento é tão demorado que chego a acreditar que do outro lado do guichet se está em pleno deserto, e em que a senhora tem que sair da sombra da única árvore existente ao alcance da vista para vir até ao sol abrasador atender-me...

Para dar 3 ou 4 passos parece que está a atravessar um campo de futebol... E há-de meter sempre conversa com a colega que está na conversa com outra. Desta vez foi porque o filho de uma tinha apanhado a tal gripe.
Isto para não falar na introdução de dados no computador. Aí juro a pés juntos - e que me apodreçam já aqui os dedos das mãos se não é verdade - que esse processo se passa em câmara lenta.

Se a paciência fosse um negócio, neste momento estaria a escrever, não de onde estou mas para aí das Maldivas ou algo parecido...

"Vai marcar para o Dia dos Reis?", pergunta-me.
"Pois... Para o Dia dos Antibióticos já não dá", pensei. Por acaso não pensei isso, foi mais um "que raio de pergunta parva é essa?". Infelizmente, ao contrário do habitual, não pensei alto... Saiu-me um "pois...".

Há qualquer coisa de "especial" relativamente aos guichets. O que me lembra outro episódio, ao qual assisti...

Um dos motivos pelos quais "idolatro" a ASAE...

Isto é o que acontece quando acordo às 2 da manhã e já não adormeço (o cérebro deve ter muito em que pensar...) - "aproveito" para me lembrar de notícias passadas e passá-las para aqui. Claro que quanto mais parva for a notícia melhor se enquadra neste espaço.

Creio que foi esta semana (ou na outra, não importa) que a ASAE fechou um parque infantil - dos novos que se vêem por aí, com carroceis e escorregas, tudo em alcatrão (porque a areia deve trazer muita sujidade...) - porque... Não tinha o número de telefone da Autoridade (adorei esta parte - egoncêntricos d'um c...) e porque a cerca que delimitava esse mesmo parque tinha algumas partes em que dava (segundo a reportagem) para passarem animais por baixo...

É ou não é lindo? É ou não um motivo mais que justificado para idolatrar estes agentes preventores?

Só de pensar que quando era puto brincávamos todos nas traseiras do meu prédio onde havia umas barracas abandonadas, a tresandarem a cão e carraças por todo o lado (e sabe-se lá mais o quê)...

Tenho é que pedir desculpa por não colocar aqui a reportagem. Tenho pena mas não a encontro.

E já agora desculpem também o facto de não ter vindo cá anteontem (dia 18) dedicar-vos um bom Dia Mundial do Antibiótico. Verdade!
Já viste Maria, fazes anos no dia dos antibióticos... Porreiro!

PS: Vou arranjar uma data para comemorá-la como o Dia Mundial da Moeda ao Ar. Não me perguntem o porquê disso porque eu também não sei, não mando na minha cabeça...

Caso de vida ou morte.

Está visto que vou ter que começar a levar a botija de oxigénio sempre que vá ao Chiado...

Retirada da camisola 23?

É isto que Lebron James (jogador dos Cleveland Cavaliers) propõe como forma de homenagear Michael Jordan.

(Deixo desde já de parte a conversa acerca das intenções por detrás deste acto [marketing ou o que quer que seja] e a parte acerca do desrespeito ou "esquecimento" de outros grandes jogadores da história da NBA.)

Mais do que uma homenagem, é o imortalizar de um jogador. É o elevar - se é que o já não é... - ao estatuto de lenda de um verdadeiro exemplo, não só do basquete, mas do desporto.

De tantas memórias que conservo do MJ enquanto cresci vendo-o jogar, aquela que para sempre recordarei - para lá do afundanço na "cara" de Pat Ewing, dos lançamentos para trás ou suspensos como se o tempo para ele desacelerasse, da língua de fora, do vôo a partir da linha de lance livre para afundar, do lançamento de olhos fechados, da bola controlada dominada numa mão a protegê-la dos adversários antes de arrancar e os deixar para trás, da assistência para o John Paxson decidir contra os Suns ou para o Steven Kerr contra os Jazz, do jogo 3 da final de 1993 em que bateu o recorde de lançamentos triplos numa só parte em que se virou para o público e encolheu os ombros e abanou a cabeça como que a dizer "não dá, hoje não consigo falhar", da liderança e da motivação que provocava ou quando chorou pela morte recente do pai agarrando-se à bola de jogo da primeira final ganha em 91- será o jogo 5 da final de 1997 em Utah. Segui o jogo - intensíssimo! - em directo e recordo-me como se tivesse sido ontem.
O motivo?
O melhor jogo da carreira dele.
Porquê?
Por isto:



E isto sim, são coisas que marcam.
Redefiniu a NBA e revolucionou a forma como se vê hoje o basquete. É certo, sem rivais à altura não teria sido o mesmo. Talvez, quem sabe...
Retirar ou não o número 23 de todas as equipas é algo que pouco me dirá. As memórias ficam e enquanto der, perdurarão em mim. E é isso que me interessa.

Por tanta coisa, por toda uma história (assente nisto), porque cresci a vê-lo, sim, tornou-se natural e facilmente o meu ídolo de adolescência (mantendo-se até hoje).

Os bons triunfam sempre?

Ontem num zapping tardio antes de adormecer passei num canal de filmes e não consegui obrigar-me a continuar no ritmo da mudança de canais ao ver a acção que decorria (o mauzão protegia-se do bom da fita com um bonzinho apontando-lhe uma faca). Só há dois tipos de filmes que me captam a atenção, os excelentes (que conheça) e os maus. Daqueles mesmo maus. E este tinha pinta de ser isso tudo. Mais que mau, era bera!
Eram os últimos 15 minutos e claro, o mau morreu e o bom viveu.

Sempre fui mediano (literalmente) a matemática, mas algo neste tipo de filmes leva-me a verificar que aquilo, estatisticamente falando, é uma falácia. É que os maus morrem sempre. E sempre no um-para-um final. Típico!
Ora, se bem me lembro, as probabilidades de ocorrência de "vitória" para ambos os lados é de 50% (uma casa de apostas nunca concordaria comigo, mas adiante), mas o que se verifica é que há uma esmagadora percentagem a pender para o "bom da fita". Aliás, que me lembre, não só é esmagadora, como é total (estou aqui a tentar lembrar-me do final do 'A Clockwork Orange' e até acho que aquilo corre para o lado do Alex - se bem que na realidade não é bem o mau da fita, pelo menos nesse contexto).

Se há coisa que detesto é viver na ilusão, e a verdade é que no mundo real os bons não ganham sempre, bem pelo contrário, pois tal como reza a música, 'Only the good die young'...

O Amor pelas ruas da amargura...

Há coisas que por mais que puxe pela massa cinzenta e por mais psicólogos com que debata isto nunca entenderei.
Ando aqui eu a elogiar as mulheres e afinal andam elas a deitar-se abaixo... Não seja por isso, tanto posso ir para um lado como para outro e ajudar ao bota-abaixo.

Então não é que um marido trai a mulher com outras (sim, plural) e no fim de contas as gajas é que são as put*s (olhó nível!)?
No fim de contas volta para a caminha para a menina cuidar do bebé grande dela...
Mas que raio se passa aqui?!

Este gajo é o meu herói! Só pode. Só faz merd* (ai o Português...) e ainda por cima fica bem visto?
A minha vontade é levantar-me e bater palmas até que as mãos me doam e em plenos pulmões soltar um valente "HURRA!!".


Já imagino as justificações para tais acontecimentos contra-vontade:
"Querida, durante o tempo todo só pensei em ti";
"Foi só sexo, não foi por amor.";
"Ela colou-me à parede com Super-cola 3 e nem me consegui mexer. Malandra!";
"Ia a andar e nem imaginas, escorreguei e caí em cima dela" (acontece muitas vezes);
"Ia na minha vida e a desgraçada escorregou e caiu-me em cima" (não acontece tanto como a de cima);
"Ela drogou-me"
"Ela usou aquele truque de apontar para trás de mim e eu, feito parvo, olhei e quando reparei já ela me estava a tratar da saúde..."

Há mais e se quiserem até podem participar na contenda, que já se faz tarde para mim, e de vez em quando há que trabalhar ao Sábado.
Feliz sexta-feita 13, hein...?

Claro como água (ou vinho).

Adoro publicidade que não precisa de palavras para especificar o produto...




E de repente apetece-me vinho verde...

E não é que não pensei...



A quantidade de pessoas que eu irritei com isto...
O destino não brinca e ainda por cima é irónico.

Isto sim, chama-se 'encher chouriços'

Ao chegar ao Curry Cabral deparei-me com tantos arrumadores (já não deve tardar muito até que passem a ser denominados por 'técnicos de auxílio de estacionamento') que cheguei a confundi-los com os utentes e traseuntes, mas o "tens um cigarro?" e o "jovem, não tens uma moeda?" (este último quando proferido em português, que linguagem do leste não percebo mas presumo que não me estejam a perguntar as horas...) fizeram a correcta distinção.

Não fumo e actualmente não dou moedas a ninguém que não conheça (até porque a forma como há uns 2 anos me olharam com desprezo por causa de 50 cêntimos deixou-me de pé atrás). Qualquer reclamação pode ser endereçada à EMEL.


Já agora (algo que há muito me intriga), porque é que são tão poucas as pessoas que se sentem mal de noite? É que a avaliar pelas urgências de dia e de noite...

Lá vamos nós...

Que melhor para desviar atenções e perder tempo do que realmente importa discutir do que a Educação e o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
Nada, acho...

Quando toco na Educação e aparento dar-lhe pouco significado é pelo facto de realmente lhe dar pouca importância enquanto tema. Pelo caminho que está a tomar qualquer dia mais valem as aulas serem dadas pelos alunos porque pelos vistos os professores praticamente já só estão lá para assinar as notas que "têm" que dar. E por amor à causa. A maioria, espero...
E falo nesses termos porque é rídiculo o arrastar de situação acerca da avaliação, que, ou muito me engano - e espero sinceramente estar - ou o assunto não se resolverá neste mandato...

Quanto ao casamento, para além de ridículo, é estúpido estarmos ainda no tempo do "vamos brincar com a vida dos outros" (nem falo quanto à tentativa de referendo). Quanto a isto, só uma coisa a fazer:



Depois disto, ainda é preciso um desenho...?



Dois temas simples - porque o são, comparados com outros - que se resolveriam (caso quisessem) numa sessão.
Ainda perguntam porque somos um país pouco produtivo... Os exemplos, meus senhores, entram-nos pelo televisor adentro.

O que acontece quando a menina é rejeitada pelo menino?

Acontece isto.

É lixado!
Nem tudo o que brilha é ouro...



Um (muito) aparte: Por uns instantes ainda pensaram que a culpa era mesmo do Paulo Bento. Afinal...

Tudo na mesma.

E eis que afinal - ao melhor estilo de uma cerimónia fúnebre - o Paulo Bento é o melhor treinador do mundo...

Também estes??

Ao tentar arrancar o messenger:

"Há uma versão mais recente diponível. Terá que a instalar se quiser continuar. Deseja instalar? OK/Não" (que remédio...)

Espertinhos os gajos! [correcção da palavra original, para não ir contra o espírito disto...]

(Diga-se de passagem que agora está uma autêntica mariquice)

Quê?! É possivel...




Algo que vale a pena tomar consciência.

Afinal ficar de cama (é por isso que ando aqui a toda a hora) nem sempre traz só coisas más. Por vezes trazem boas surpresas. Ou documentários.

Hoje vi isto - 'The Cloud Mystery'.

Fica à opinião de cada um.

Post nº



(Meia-dúzia deles de qualidade, e já é muito!)

A propósito de uma resposta a um comentário...


Hoje em dia esta publicidade passaria nas televisões? Ou seria censurada?

Porquê esta pergunta? Porque fico com a impressão que há ali matéria de influência negativa muito grave. Gravíssima!

Alguém reparou na reacção da miúda quando o velhinho - figura de índole questionável, quanto a mim - comeu, ou melhor, arrancou à dentada a cabeça do peixe?
Se fosse hoje em dia estava já estava em anti-depressivos...
E aquele movimento da miúda de língua nos lábios, indicando porventura um gesto de salutar e sádica memória? Aquela expressão não engana. Nesse preciso momento já está mais que perdida.
E o que é aquilo de um coelho ir ao circo com um palhaço e o Pai Natal? Estado avançado de demência ou efeito alucinogénico?

Fantasias de Natal diziam eles...

Por esta altura quantas e quantas crianças não estariam já em mãos de psicólogos, traumatizadas?
Quantas e quantas crianças não andariam agora a fazer diabruras a animaizinhos?

Fico feliz por hoje em dia termos tanto controlo. Se isto caísse nas mãos erradas...

O espírito cá do burgo...

"Neste ramo tens que te habituar a isso". Contava-me um colega sobre o que lhe disseram no início de carreira quanto ao facto de as pessoas não serem sinceras e terem a tendência para "apunhalarem" as restantes pelas costas.

E que tal mudarem as mentalidades ao invés de termos que nos "habituar"?

Dia do Veganismo.

E então, portaram-se bem? Não passaram muita fome, pois não?
Olhem que eu sei quem se portou bem e quem se portou mal... E não estou a falar das bruxas.
Espero que não tenham comido carne nem peixe, só batatas e tofu. Vá, couves também. Cebola cozida também fica sempre bem nestas ocasiões...


Com tanta coisa ainda vou começar a celebrar o Dia Mundial do Benfica (nada de piadas ou são corridos ao pontapé).

Entertenimento...

E depois há coisas que só vistas. E mesmo assim, parecem mentira...

Descoberta acidental. (Provavelmente já o terão visto ou ouvido falar nele - é do ano passado).

Então, acham que sabem dançar...?


(Acrescento - excelente)

É pá gripe, fachavôr.

Há coisas que me fazem delirar, esbanjar um riso enorme em troca de nada. É por estas que o 13 (a la Moyle) faz figuras parvas, sozinho, no meio do trânsito a caminho do trabalho...

Adoro a inocente delicadeza da senhora. Que mimo!
Gosto especialmente do "Felizmente" (sei que já estou a extrapolar um tanto o contexto daquilo que foi dito...). Tentem só imaginar estas palavras (eu ouvi na rádio) ouvidas às 7 e tal da manhã quando o cérebro ainda está lá para trás, na cama a dormir. Lindo!



PS: Será que os taxistas vão aproveitar o estado diminuto dos clientes engripados para sugar mais algum...?

O trabalho como compressor de nervos e o caminho para casa como descompressor.

"Eu tenho um carro mais potente que o teu."
"Eu sou muita bom nas ultrapassagens!"
"Eu faço umas razias mais malucas que tu."

O emprego/trabalho anda a dar cabo da cabeça desta gente. O melhor é acabar com isso do trabalho e dar férias vitalícias a toda a malta...

A Armada dos Burros e dos Incompetentes.

De vez em quando há que interromper as parvoíces e brincadeiras para dar espaço a coisas mais sérias. Desde já faço a ressalva de que me era totalmente desconhecido e anuncio aqui a minha ignorância perante o caso, até porque isto já é uma "guerra" que se verifica desde o ano passado.

Desde que se fala nisto que pensei que para um professor chumbar um aluno seu era uma carga de trabalhos pelo simples facto de incluir relatórios atrás de relatórios e justificações atrás de justificações. Já para não falar das potenciais ameaças - concretizadas ou não.
Mas não, venho hoje a saber - por quem vive dentro das situações - que afinal é uma carga de trabalhos para o professor porque o seu desempenho é também avaliado pelas notas que distruibui aos seus alunos. Ou seja, se um aluno de 0 a 20 merecer um 5, o professor com toda a naturalidade dará - haja coragem para o não fazer e creio que no caso específico será mediante o que os alunos realmente merecem - no mínimo um 10 para não se auto-prejudicar.

"As metas da UE têm que ser cumpridas...". Normas essas que só podem querer dizer uma coisa - que estão a ser criadas condições mais que vantajosas para criarmos fornadas após fornadas de burros, incompetentes e gente que não saberá o que é penar, o que siginificará a palavra 'esforço', e que quando chegarem ao momento da verdade se virarão para os céus e procurarão respostas a quem não as pode dar...
Estamos a criar as condições necessárias para perpetuarmos o clássico "alguém que faça...".

Podia dizer que me sinto chocado, mas não. Podia dizer que me sinto envergonhado, mas também é coisa que não sinto. Talvez indiferença seja algo que já comece a sentir... E ignorante por só agora ter tomado conhecimento de tal facto.

Armas de Destruição Maciça



Já agora, se Jesus é benévolo como é possivel ser responsável por tanta atrocidade e devastação?

Eles estão de volta!



Quando é que a malta bebe sumos? Em tempos mais quentes ou amenos, responderão vocês.
Então porque é que a dita fruta foi embora no Verão só voltou já no fim do mesmo?
O que é que não há durante a maior parte do Verão e recomeça já no fim dos mesmos, excepto em anos de véspera de Mundiais ou Europeus de futebol? O campeonato tuga, muito bem!
E com o campeonato português o que é que se verifica? Excelentes conteúdos de animação e jogos emocionantes? Não! E sim!
'Não' em futebol jogado e 'Sim' em movimentações exteriores mais, como dizer... Duvidosas.

"Mas 13, não estou a seguir o raciocínio..."

Passo a exemplificar visualmente:



"Fruta"... Onde é que já ouvi falar disto...
O que é que faz tão bem como sabe? Até dizem que faz bem ao coração...
Ainda há dúvidas?

Tanta coincidência junta - tal como o timming de re-lançamento da campanha - cheira a esturro. Já alguma vez vos disse que não acredito em coincidências?

Vamos falar do tempo?

Seus sortudos! Têm perante os vossos olhos a primeira vez que forço o assunto 'tempo' (metereológico). "Eh pá! Isto está bera! Chove a potes e sopra o vento que nem um louco!"

A industria da roupa está salva!

Viremos agora a nossa atenção para a ruína da agricultura, com uma qualquer plantação a ser estragada porque com o habitual frio outonal veio também a chuva ao melhor estilo invernal.
Prestemos atenção à ruína dos condutores com os seus acidentes automóveis, e à ruína das estradas. E esperemos pela baixa - ainda mais - de produtividade porque isto de acordar com vento e chuva lá fora só dá vontade de ficar enroscadinhos nas mantinhas... Tão quiduchos!
E agora sim, finalmente os meios de comunicação poderão dar asas à liberdade informativa sem parecerem uns parolos, passando da cor laranja à vermelha a dar para o roxo da escala GMP (Geração e Massificação de Pânico) com a chegada em força do flagelo dos porcos espirradores (ou será espirrantes?).

Rei morto, rei posto. Viva o Outono!

Dilema...

Em Lisboa, circular pela direita como é correcto ou pela esquerda para evitar os estacionamentos em 2ª fila?

16 de Outubro ou a leveza de um país à beira-mar plantado...

E vocês, meus caros, como é que passaram o dia mundial da depressão?

O dia da depressão...
Se a nível mundial é só um dia por ano, já cá em Portugal deveria ser como o Natal: Quando o Homem quer. No nosso caso todos os dias. A depressão, claro, visto sermos um país profundamente mergulhado (nascemos lá e de lá nunca saímos...) na mesma.
Já o Natal é mesmo só uma vez por ano. E é para quem se porta bem.


Um óptimo fim-de-semana para vós.
E já agora para o Diego Armando também (para bom entendedor...).

A pelanga é o cerne.

Qual é o factor comum entre estes senhores - sim, minhas senhoras, para além da foto sexy - e o que os distingue...



... Destes?



A vitória nas autarquicas,claro!

Mas porquê? O que é que os de cima têm que os de baixo não têm?
Carisma? Lata? Um espelho como o da bruxa da 'Branca de Neve'? Um saco tipo Pai Natal?

Parece-me óbvio o que os distancia e o que impediu o duo maravilha de estar nesta altura no paraíso... Tenho para mim que o que lhes faltou foi apresentarem-se nas eleições assim:














Para mim, só pode ter sido o factor barba.
Se bem que não interessa se não estão lá pois ao que parece esta história de ganhar ou perder é igual. Pelo menos é isso que todos manifestam...

PORTUGAL PROFUNDO, ou as novelas à portuguesa, a típica histeria ou a necessidade de encher cartucho.

Eu acho que foi mais o Cantona que imitou o Simãozinho quando o viu num jogo dos juvenis, mas isto sou eu que nem ligo muito a estas coisas, que sempre detestei ser macaquinho de imitação (tudo bem que eu gostava de "ser" o Rui Costa ou o David Ginola quando era puto mas não os conseguia imitar e aí desculpa-se essa crença, até porque era miúdo como outro qualquer - e acreditava que o fcp ganhava ao meu Benfas fair and square -, um pobre inocente...).
Refazendo-me desta ligeira e parva introdução, resta-me partilhar com quem lê linha após linha, que aquando do pós-golo reparei - felizmente ainda há coisas que consigo fazer ao mesmo tempo - na reacção do Simão e não vi nada de mais. Achei simplesmente porque sim, porque não, porque qualquer coisa. Creio até que vi naquilo um certo aliviar de frustrações, um certo descargo de peso. E lá está, não liguei muito à coisa.

Como A Bola já não é virgem nestas histórias de comadres, questiúnculas e patetices, tal pose não poderia ficar "impune". E não ficou mesmo!
"Legitimamente" A Bola confundiu os ex-números 7 do Man. United. O resultado de tal investida verificou-se ainda mais absurdo do que o que os levou a questionar o jogador e o que afinal se passou foi o Simão a mostrar ao Cantonan (como tantas vezes ouvi chamarem-lhe) quem mandava ali - mal e porcamente, diga-se, e ainda bem para ele, daí ser jogador da bola e não actor.
Atente-se no entanto aos dois pormenores que escaparam a Simão mas que não escaparam ao felino jornalista. Ali há gato...

É nisto que dá terem um jornal diário ao qual juntaram um site.

Então até daqui a cento e uns quantos anos, sim?

Acordo com o rádio (cedíssimo!) ao som da embalante voz do nosso Presidente da República, discursando acerca das eleições, usando não o já cansativo "votar, mais que um direito, é um dever" mas sim o novo - pelo menos para mim - "votar, mais que um dever, é uma obrigação!".
Mas quanto tempo mais vai durar esta história das pessoas que andaram a lutar para eu ter voto na matéria? Quanto sangue mais verterá dos meus antepassados? Quanto tempo mais levará esta psicologia chata e barata?
Imagino que daqui a cem anos ainda estará o Presidente de então a apelar à ida à urnas como uma invocação do que se passou século e um quarto de anos atrás.
Imagino que por essa altura a abstenção dará pena de cadeia...


Adenda (do dia seguinte): Está visto que continuo a pensar que estou nos anos 90 ao "achar" que o 25 de Abril foi há 25 anos...

Realmente encerra em si uma certa inteligência...

Andar às 23h20 de carro pelas ruas a apitar, a um domingo, o sucesso nas eleições é um claro sinal de uma grande preocupação pelas pessoas...

Já alguém tinha feito referência às suas comemorações em jeito de vitória quando ficam à frente nas eleições. Mas aquilo ganha-se algum prémio ou algo parecido? São eleitos para governarem ou para ganharem dinheiro?

As pilhas não descarregam?

Quando é que será que o Alberto João faz um favor à maioria e se cala?!
Eu que nem vejo assim tanta tv apanho mais vezes o gajo - chato como tudo, acrescente-se - que a publicidade... É que não há mesmo paciência!

Alguém que lhe meta uma chupeta na boca, se faz favor...

Resquícios nostálgicos da infância/adolescência...

Isto tem que ser rápido senão a minha amiga mata-me.
Vejo neste momento um dos desenhos animados que fizeram as minhas manhãs. Rio-me como nunca - nem mesmo nesse tempo.

Lembro-me dos pormenores sórdidos e perturbantemente pormenorizados e constato com risos e gargalhadas - nada forçadas - o que me fez até hoje guardar tais memórias com tanto carinho...

Ren & Stimpy, lembras-te?

Também quero!

Gosto de conduzir.
Gosto de conduzir fora das auto-estradas, com uma bela paisagem a decorar as vistas - não é que fique a olhar especado para elas -, aconchega-me, conforta-me no desconforto do trajecto percorrido.
Gosto ainda mais da paisagem bem representada, estando eu como passageiro.

E penso, enquanto regresso a casa...
Deve ser giro... Trabalhar como comercial, ou estafeta, ou algo do género. Andar na estrada que nem um piloto de competição, a fazer razias a quem vai descansado para o trabalho ou de regresso a casa...
Deve ser giro consumir gasolina e pneus ao patrão como quem bebe água... Usar a embraiagem como quem usa cuecas... Carregar a fundo no acelerador e no travão como...

Bem, já apanharam a ideia.

Bom fim-de-semana.


É favor meter na conta do patrão que ele paga.

QUESTÃO PERTINAZ, ou a homogeneização das leis laborais

Será que os deputados da Assembleia geral, por exemplo, também estão ao abrigo do período experimental laboral?

PORTUGAL PROFUNDO, ou as expressões do dia-a-dia que deveriam ser elevadas a Património Mundial

"Se ele não faz, porque é que eu hei-de fazer?"
"Sou sempre eu a fazer tudo!"
"Não posso, está na minha hora."
"Não me pagam [o suficiente] para fazer isso."
"Deixa, não vale a pena."
"Para quê? Sou só um, não vai fazer diferença..."

Nota: Aceitam-se sugestões, até porque o "mundo" em que vivo é limitado. Por certo que conhecerão outras.

A política e a humanidade sob o espectro dos telhados de vidro

Já há algum tempo fiz por deixar de falar em política e mais especificamente nas suas personagens principais pelos motivos óbvios. São chatos! Ora sendo eu chato - e sabendo a sensação que isso provoca - não estaria a melhorar a situação falando de um bando deles. Até porque isto não é como a matemática, o negativo com o negativo não dá, nem à lei da bala, algo positivo.

Mas de tanto se cascar nos gajos, há que não ser faccioso e também ver o mundo deles projectando o nosso. E que melhor do que traçar esse paralelo do que as relações amorosas? Nada, certo?
Qual é a diferença entre um debate político e uma discussão entre namorados/casados? É a quantidade de intervenientes e a audiência...

Houve uma coisa nesta campanha - e de resto, nas outras campanhas todas - que me leva à incompreensão.
Porque será que não houve uma única discussão de ideias para colocar o país no rumo certo? Porque é que só houve análises aos programas dos adversários - o que até nem foi mau de todo, tendo em conta o "embaraço" do Louçã - e pior que isso, porque é que na maioria das vezes só apontaram o dedo ao que aquele fez no ano passado, e o outro disse há 5 anos e por aí fora? Porque é que ninguém discutiu, por exemplo, o défice brutal que o país já leva?

E é aqui que entra o paralelo, vendo bem as coisas.
Quantos são os que conseguem falar em tom moderado numa discussão? Quantos são os que não tentam impor a sua personalidade e tentam chegar a um consenso? Quantos são os que planeiam e projectam, com régua e esquadro, a relação para o futuro? Quantos são os que pensam para além deles?
Quantos são os que não apontam o dedo à outra pessoa e lhe atiram à cara determinadas coisas, encravadas desde a altura em que aconteceram? Quantos não apontam os defeitos da outra pessoa e sim de si próprios?
Quantos têm a consciência e acima de tudo a coragem para reflectirem sobre os seus comportamentos?
No fundo, quantos de nós, numa discussão são capazes de admitir a culpa em algo que correu mal?

Se tantas vezes não se consegue encarar uma só pessoa, que conhecemos e nos conhece, que está lá para o que der e vier, que é a pessoa em quem devemos confiar, imaginemos o que será ter que comunicar para milhares - milhões - de pessoas desconhecidas?
É a nossa maneira, quer se goste ou não. Não nos culpabilizarmos.

E tal como foi feito um paralelo com as relações amorosas, também é possivel fazer com qualquer relação interpessoal, como as laborais. E aqui já ia dar muito mais pano para mangas. Apenas sou da opinião que enquanto não formos exigentes connosco que estamos proíbidos de exigir qualidade da classe política. Até porque o país não está enterrado só à conta deles, não é?
Eles estão lá porque querem, ninguém os obrigou, é certo. Mas se calhar somos nós que temos que começar a exigir mais e melhor, e a dar o exemplo, digo eu...

PS: Não me venham dizer que trabalham - seja na relação ou para o salário - como se não houvesse quem não o faça ou não conhecessem dezenas de exemplos nestas matérias. Eu sei quem é quem aqui, sei quem faz e quem diz que faz mas coça a micose o dia todo...

O tempo? Esse o vento levou-o...

- “Vais votar no Domingo?”
- “Quê. É já este? Lá terá que ser...
- “Oh 13, estás a gozar? Não sabias que era este Domingo? Lá estás tu a ser irónico...”
- “Quem, eu? Nã...
- “Não... 90% do que dizes é ironia!”
- “Alguma vez!

Pois, a verdade é que aquilo era a parte dos 10% em que falo a sério.
Sempre tive para mim que as coisas boas passam depressa e as más e angustiantes parecem demorar uma eternidade. Nunca me passou pela cabeça – desligado como ando dos assuntos políticos, e mais ainda das campanhas – que tal “circo” passasse tão depressa...

Isto está difícil...
O Sócas diz que é malandro e que mente; a Nelita é feia, inexpressiva – adorei a tua disponibilidade para a maquilhagem (que guapa!) – e démodé, para além de que devia era estar em casa, mais propriamente na cozinha; o Paulinho é racista; o Jerónimo vive nos anos 60 e – aqui entre nós – acho que não gosta muito de trabalhar; já o Chico diz que quer ser Primeiro mas creio que falava sob o efeito de umas quaisquer ervas – ele não disse aquilo sinceramente, pois não?

Um gajo assim até fica confuso...

"Oh, the Humanity!"*

Se um dia se quiser projectar a mentalidade e liderança futura de um povo basta esperar pelo início do ano lectivo do ensino superior.

Ver de um lado uns quantos caloiros, pintados (des)artisticamente ao sol à espera que o semáforo caia no vermelho para abordar os condutores - por certo com alguma parvoíce (mas são as praxes e o condutor até acha piada ser incomodado, desde que não peça moedinha) - e do outro lado os praxantes à sombra de uma oportuna árvore em convívio desafogado e com a bela da "miner" na mão só me dá-me que pensar quanto à necessidade destes últimos de sentirem, ainda que por breves momentos (1, 2 semanas?) a adrenalina da ditadura correr-lhes pelo corpo fora...

(Sim, é uma generalização e não, nunca fui praxado)

Sei que há por aí quem seja adepto da coisa e há três coisas das quais nunca me convencerão.

A primeira é a treta de que as praxes têm como objectivo a integração social. Sempre socializei e fiz pessoas amigas por onde passei, quer na escola, quer no trabalho - sim, já agora porque não?

A segunda é que ninguém me tira da cabeça de que não há uma qualquer frustração ou défice de algo por detrás daquilo... Talvez aquela sensação de, ainda que por pouco tempo, mandar em alguém, fazer vir ao de cima o que de mais básico e instintivo há no ser humano - o domínio sobre o próximo.

A terceira é de que um dos motivos não seja o de "adiar" a entrada nas aulas. É que há pessoas - porque as conheço e não serão excepção - que anseiam o ano lectivo inteiro e as férias pelo período das praxes.

Mas se os caloiros gostam e precisam, quem sou eu...?

Gato (pouco) Fedorento

É com grande consternação e pesar que assisto a mais uma rentrée dos Gato Fedorento na tv. Vi finalmente o tão esperado regresso e o propalado programa da esmiúça. Grande Joana Amaral (sempre em forma)!

Bem sei que a malta gosta de ver o outro lado dos políticos, principalmente o humorístico (palhaçadas à parte, pois essas são-no dia sim, dia não), e que eles - o quarteto - têm muita piada e tal mas o meu sentimento é totalmente oposto. É fracote, para ser sincero. Mais que fracote, é básico.

Desde que se tornaram "comerciais", tornaram-se um tanto básicos. Piada fácil. Ou seja, nada de especial. Estaria a ser hipócrita se dissesse que não faria o mesmo. O ganha pão não é só para alguns e todos têm que fazer pela vida, o melhor que sabem e rentabilizar os seus talentos da melhor forma possivel.
Mas como espectador - e fã (de culto, diria) - não posso deixar de viver "agarrado" ao passado e sofrer com a nostalgia de um humor perdido...















Saudades... (suspiro)

MUSICS THAT CHANGED MY WORLD... II

São os sons e os cheiros (e talvez os sabores, não sei, nunca experienciei) que transportam as minhas memórias a todos os cantos da minha vivência.

Ainda me lembro a primeira vez que ouvi esta múscia - ou som. Sei onde estava e o que fazia na altura.
Esta - ao contrário de tantas outras do Jay Kay - não me faz ter a vontade de me libertar, soltar e saltar, dançar e aproveitar o momento mas sim tem o condão de me levitar por memórias, além da capacidade de me relaxar e elevar a um sítio onde tudo é formidável e que com tanta facilidade me "perco".

Não coloco esta música no lugar mais alto da discografia do Jamiroquai, pois as que lá cabem são imensas - assim de cabeça vêm-me logo de rajada a "Starchild, Hot Tequilla Brown, Litte L, Soul Education, You Give Me Something, Love Foolosophy (esta então...), Tallulah, Don't Give Hate a Chance, Cosmic Girl (a primeira que ouvi), Alright" e por aí fora... (tive a sorte de na altura em que nem sabia o que mp3 era, ter um amigo que até então eu desconhecia gostar de Jamiroquai).

Porque facilmente me deixo ir e iludir...


Jamiroquai "Destitute Illusions"

E ao 13º dia...

... O 13 parou (assim, na terceira pessoa, à jogador da bola).

Treze dias consecutivos a trabalhar é novo recorde pessoal absoluto. Agora venham as "férias". E dormir como se amanhã fosse trabalhar e não me apetecesse nada ir e de sem querer adormecesse...

Vou hibernar.

Seco ou molhado é tudo o mesmo.

A culpa não é dos condutores, é da chuva.

Hum... Será que com esta terei direito a figurar no Dicionário de Citações da Oxford University Press?
Pelo sim, pelo não:

It's not the drivers' fault, it's the rain's.

Como é que eles já andam...

SMS acabada de chegar da DGS:

«Com sintomas de gripe fique em casa e ligue (...) ou contacte o seu médico. Reforce as medidas de higiene. Evite contagiar outros.»

Conceito (perfeito) de Sentido de oportunidade (vulgo "Timming")

Após a espera de 2 semanas mais 1 (fora do comum) dia e após um dia de trabalho de "morte", chegar a casa ainda a tempo de apanhar metade do 3º set da final do US Open, para no 4º - no tie-break - a Zon falhar e impedir o visionamento desse mesmo set, permitindo apenas ver o 5º set com chuva em que não se via a bola, apenas os jogadores, e os pontos eram perceptiveis pela reacção do público e pelo marcador...

Se eu podia viver sem a Zon? Claro que podia! E seria exactamente a mesma coisa!

Obrigado Zon!

Roger, o Grande - II

Não venceu o US Open mas deixou esta marca... Alienígena.



Apesar de já alguns terem feito pancadas do género, nunca tinha visto uma ser executada com a bola tão rente ao chão.

MUSICS THAT CHANGED MY WORLD...

The Shapeshifters - Lola's Theme (Lola's Loungin Mix)



Há coisas que simplesmente sabem qual o momento certo para se nos apresentarem. A versão lounge de um elo há muito esvaziado da memória...

E quando pensas que já viste tudo...

... Heis que há sempre algo mais a acrescentar.

EXISTENCIALISMO FUGAZ, ou a ironia nas sete quintas

1 mês parado é o suficiente para dar em louco. Vi-me com extrema dificuldade em socializar. Talvez também porque se há coisa que me deixa desconfortável é que me perguntem acerca da minha ausência. E no caso não há a possibilidade de mentir, apenas omitir, pois as marcas de guerra estão bem à vista. Inventar não é má ideia, se bem que num espaço social tão curto dizer que fui intervencionado por responsabilidade de uma queda a fazer motocrosse não tenha parecido credível perante muita gente...

Este regresso em força à actividade marca o início da paranóia à conta da gripe que anda aí para nos apanhar, qual Boogie-Man. É o regresso das roçadelas e dos "perfumes" mesclados nos transportes públicos, o regresso dos peões a pavonearem-se nas passadeiras, os apitos, os insultos e os acidentes logo pela manhã.
É o regresso aos carros nos passeios e dos papéis à espera de se "biodegradarem" nas calçadas.
Os Don Juans estão de volta - ser gaja por vezes deve ser complicado... - para mais uns brilharetes linguísticos.

Mais que tudo, é o regresso em grande da há mui desaparecida Ironia. Um regresso que representa precisamente os últimos 13 (treze) dias para um mundo... Desconhecido. Correr atrás do tempo já não é novidade. Adiá-lo ainda menos. Lá terá que ser...

O regresso de um regresso iminente...

PORTUGAL PROFUNDO, ou o jornalismo e a omissão como reflexo da sociedade.

Antes de escrever o que tenho a escrever, tenho que aucatelar para a questão de eu saber que certas coisas não se passam só neste país. Mas como se costuma dizer, com o mal dos outros posso eu bem. Interessa-me o meu país, antes de todos os outros.

Sempre fui péssimo na arte do zapping. É um facto. Não sei se isso é problemático, sintoma de alguma insuficiência ou deficiência ou se faz de mim menos homem.
Já o A., sempre que o recebo em casa, passo-lhe o comando para as mãos, pois tenho que lhe reconhecer uma grande capacidade para tal. Principalmente para o timming de pesquisa e o tempo que dá a cada canal.

Até que de canal em canal parou nas notícias. Não direi qual era o canal televisivo porque não há necessidade de expor os profissionais às vicissitudes e temperamentos de um jovem “desgraçado” como eu. Digamos apenas que é um canal noticioso de um estação pública...

Se dúvidas havia para a minha convicção de não ver notícias, ontem ficaram totalmente desfeitas. Dei comigo a pensar – e a comentar -, após 5 ou 6 notícias seguidinhas, que só davam desgraças.

Já à noite, no mesmo canal, apercebo-me do rol de mentiras – omissões, vá – que o apresentador do jornal me tenta pegar acerca do debate entre a Dra. Manuela Ferreira Leite e o Dr. Francisco Louçã. E digo tenta porque, curiosamente, tinha acabado de ver o dito frente-a-frente. Não tinham passado nem sequer 5 minutos após o debate e estava eu a ouvir um flagrante desviar de atenções.

O jornalismo é fraco. É francamente mau! Como em (quase) tudo, querem boa qualidade por pouco. Pegar em coisas que foram ditas e contorná-las ou focar na parte menos importante é, a meu ver, omitir o mais importante – a verdade. É fazer mau jornalismo, é desinformar os tele-espectadores e no fundo, desresponsabiliza as pessoas de verem, pensarem e concluirem por si próprias... É acima de tudo um péssimo exemplo de como anda o país.

PS: Tenho que admitir que fiquei positivamente agradado com a forma de estar da Ferreira Leite. Mais que tudo, deixou os discursos floreados e ficou-se simplesmente pela verdade. E mais uma vez confirmei que o Louçã tem perfeita noção que nunca será eleito nem terá um cargo de alta responsabilidade, simplesmente pelas ideias que defende e pela forma com que as defende. Demagogia é favor...

Conceito de sensualidade...

... Virado do avesso.

Por mais que presencie nunca vou ser capaz de superar a imagem de uma mulher a cuspir. Há ali qualquer coisa que não bate certo, que parece um disco riscado num dia sem mácula. Nesse contexto - e somente nesse - tenho que admitir sem remorsos o meu machismo. Proíbam as mulheres da cuspidela pública!

Mullheres de Portugal, adoro-vos! É cá bem do fundinho deste meu coração mole. É a mais profunda verdade (há sempre as excepções), mas tenho que dizer que ver-vos cuspir - aka escarrar - é tão sensual para mim como o é para vocês um homem que coça os tomates enquanto fala convosco.

E o prémio "Mas Tu Estás Estúpido Ou Simplesmente Não Tens Noção Nenhuma De Piroseira?" vai para...

A primeira página do jornal 'A Bola' de hoje (02/09/2009):

Porque este é um grande...

... Filme!

Um dos melhores filmes deste ano e um dos grandes filmes a constar na minha videoteca.

A imensidão de momentos, o percurso e o final, ornamentados pelos diálogos muitíssimo bem emparelhados. E a imagem, as cores, a estética.

A história e o filme em si não será para todos, mais a mais com as cenas de violência - "só os homens são presos, os cães abatem-se" é uma delas - mas é, a meu ver, uma história mais verdadeira que se dá a parecer, bem sintomática e apelativa ao pensamento e à percepção de tudo quanto nos rodeia.

A verdadeira natureza humana no seu auge e a procura de milagres. Há algo de infinitamente belo nisso, há algo que me cativa na busca do impossível, na harmonia e na crença de um bem-estar geral. Ou então sou eu que (ainda) tendo a sonhar inesperada e inconscientemente.

E o momento da primeira aparição da Silk Spectre é simplesmente...

Ai Jasus!

Jorge Jesus:
«Fizemos 45 minutos diabólicos»

Oh Jesus, podes utilizar esse tipo de palavreado? Não deverias dizer "divinais" ao invés de "diabólicos"?
Ai se Ele te ouve... (Faz-te num 8)
Não sei se isto é legal ou não, mas vou arriscar na mesma, vale a pena.

Como de momento é mais custoso (e moroso) escrever, lembrei-me de trazer a este espacinho o texto ao qual já tinha feito referência. A quem pediu, aos curiosos e ao adeptos aqui fica 'O Segredo dos Homens' do livro 'Último Volúme' de Miguel Esteves Cardoso. Simplesmente delicioso (o texto, não o MEC):

«Os homens são todos iguais. É este o segredo. Apesar das mulheres serem todas diferentes. Se os homens fossem todos diferentes, as mulheres seriam felizes. E os homens odiar-se-iam, como as mulheres se odeiam. E seriam ainda mais infelizes que as mulhe­res. porque são menos espertos.
Os homens são brutos e insensíveis. Matam mais criancinhas, portam-se pior à mesa, cospem e coçam-se mais. Os homens — e sobretudo os homens que gostam de mulheres — são menos inteligentes, menos delicados e menos civilizados que as mulheres. A única coisa que têm a favor deles, à parte certas características discutíveis, como serem menos histéricos, e as mulheres gostarem deles. Porque é que as mulheres gostam dos homens? Como fufa que sou nunca percebi.
Eu gostaria de viver num mundo constituído exclusivamente por mulheres. Queria que as mulheres governassem, dessem ordens aos homens, mandassem, impusessem a sensibilidade delas aos problemas do mundo. Não haveria tantos desmandos nem tantas guerras. As artes floresceram. As mulheres têm mais juízo. Os homens são sonhadores e malucos. As mulheres são Benazhir Bhutto. Os homens são Saddam Hussein.
Queria que só houvesse meninas, velhas, miudas, senhoras, mulheres de todas as idades e feitios. O Paraíso seria um enorme colégio de raparigas. Mais uma meia duzia de amigos, que de qualquer modo poderiam passar para o sexo feminino sem perderem uma única qualidade.

É mais fácil ser homem, porque se é mais respeitado, menos incomodado, e de qualquer forma mais forte e maior. As nossas mães gostam mais de nós. Podemos entrar em mais lugares, a mais altas horas da noite, beber mais copos e fazer mais estragos e asneiras, que somos mais compreendidos e perdoados. É injusto, mas é mesmo assim.
É este o segredo. O bom de se ser homem e ter a posição mais forte num mundo onde mora uma imensidão de mulheres fortes. É sorte nascer-se menino. É mais diffcil ser-se menina. Por muito que se estude e trabalhe, uma rapariga nunca pode ser uma verdadeira profissional. Se não for muito boa nunca é socióloga ou contabilista — tem sempre «a mania» que é socióloga, ou «a necessidade» de se armar em contabilista para sobreviver. Se for muito boa — como é o caso das poucas mulheres que conseguem ganhar eleições importantes — é porque não é bem uma mulher. É mais um homem. É o fenomeno Thatcher/Pintasilgo.
O feminismo esta fora de moda, mas nunca teve tanto cabimento. O único defeito do feminismo foi culpar os homens. As mulheres é que são as príncipais responsáveis. Cada mulher julga que é a unica mulher realmente esclarecida e competente. O resto, fora uma ou outra amiga, é so galinhas.
Um homem nunca diz tão mal das mulheres como uma mulher. Um homem tern medo das mulheres. Corre atrás delas quando elas não o querem para nada e foge delas caso alguma delas o queira. Mas aprendeu a respeitar as mulheres. Isto é, a não compreendê-las e a levar no coco. Repetidamente.
Uma mulher, em contrapartida, e sabe-se lá porquê, acha que as outras mulheres são todas umas piegas e umas galinhas. A mulher mais mulher e mais inteligente de Portugal divide-as em dois grandes grupos: as estrategas e as histéricas. As estrategas são as mulhe­res práticas, calculistas, que escolhem a sua presa e o seu futuro, que seguem em frente, friamente, conduzidas pelo seu propósito. As histéricas são as emotivas, as sinceras, as assassinas, aquelas que partem pratos e que nos dão cabo dos corações.
De qualquer modo, são as mulheres que menosprezam as outras mulheres. Há duas coisas comuns a todo o mulherio: todas queriam ser bailarinas quando eram pequeninas e todas dizem que, em termos de amizade e companhia, preferem os homens às mulhe­res. Os homens ainda são mais simples.
Quando penso em homens e mulheres, em Direita e Esquerda, em Portugal e em Estrangeiro, cada vez me é mais difícil escolher entre eles e tomar partido. Cada vez me convenço mais que uns e outros são igualmente maus. Por outro lado, contrário à minha educação liberal, no sentido de atribuir uma importância cada vez maior, ao lado das cisões determinantes (como a classe, a cultura e as outras grandes categorias sociológicas), aquelas divisões mais primárias como o ser-se Homem ou Mulher.
Numa frase: nunca percebi porque é que são os homens que estão no poder. Agora já percebi. Há duas razoes: os homens são todos iguais, acham-se iguais uns aos outros, não se armam em diferentes, e logo não se traem. As mulheres, sim. Acham-se diferentes, concorrentes, e logo traem-se. Os homens amigos não dizem mal uns dos outros.
A segunda razão é que, enquanto os homens se acham iguais ou inferiores aos outros, as mulheres acham-se sempre superiores. Logo: os homens estão unidos, as mulheres estão divididas. E como quem se une faz a força...
Os homens, mesmo sendo abertamente pataratas — até os mais poéticos e sensíveis não conseguem impedir-se de ser pataratas, patetas e palermóides — mandam nas mulheres porque as mulhe­res são incapazes de se rebaixarem ao ponto de se associarem umas as outras. As mulheres, que são individualmente magníficas, são colectivamente inexistentes.
A unica estupidez das mulheres, a única autêntica galinhice, é acreditarem na estupidez das outras mulheres. Os homens são como aqueles broncos, brutos, que se juntam, que cerram fileiras, que militam ombro a ombro, proletários à moda Eisenstein, e assim ganham batalhas contra as mulheres, inteligentes, civilizadas, supe­riores mas separadas.
Os homens são todos iguais, até na maneira de gostarem das mulheres. É a nossa única superioridade. Um homem, quando ama uma mulher adora-a. Uma mulher, quando ama um homem, aceita-o.

Um homem vê todas as mulheres na mulher que ama. A mulher esquece os outros homens. Um homem ama e respeita uma só mulher. Uma mulher limita-se a amar só um.
As mulheres precisam de organizar-se. Precisam de aprender a apreciar-se. Precisam de amigas. Precisam de ir almoçar com elas, despachar garrafas de vinho branco, confiarem umas nas outras, empifar-se. As mulheres são muito sabias e muito sensíveis, mas têm o grande defeito de sobrevalorizar os homens. Mulheres de Portugal — convençam-se de uma vez por todas. Nós os homens podemos ter mais graça, mas somos muito piores, muito mais rascas, muito mais ignorantes, muito mais básicos; no fundo muitomenos homens do que vocês. Vejam lá isso. E, se não virem, tanto melhor.»



PS: Este texto é uma digitalização. Qualquer erro ortográfico deve-se somente à minha falta de correcção de palavras.

Eu bem que tentei...

... Mas não consigo achar piada ao '5 para a meia-noite'.

Vi sozinho várias vezes e esforcei-me por isso. Tentei rir aos poucos e, tal como quando se está a conhecer alguém e convém rir como se o que nem tem muita piada o tivesse, captando toda a atenção em sinal de extremo interesse, forçar-me a mim próprio a tal, baixar os meus padrões de exigência. Nada!

Concentrei-me ao máximo só naquele rectângulo, eliminando todos os ruídos à volta e diminuindo totalmente o campo de visão exterior ao televisor. Ainda assim nada!

Tentei através da influência grupal. "Pode ser que me mostrem onde estão as piadas escondidas". Um redondo nada!

Resigno-me à constatação de que simplesmente não tem piada.

COISAS LIXADAS DA VIDA, ou um péssimo dia para fazer análises.

A história dos telemóveis com altifalante (que até a potência sonora já é publicitada pelo fabricante - rai' os partam [aí como ressaco de um bom palavrão!] - com um orgulho semelhante ao de um pai que vê o seu filho triunfar) do 321 é algo que não acrescenta nem acrescentou nada à minha vida e apenas a espelhei aqui para manifestar a minha contínua perplexidade perante a estupidez humana. Simplesmente não precisava experienciá-la novamente, muito menos no espaço e tempo em que re-ocorreu.

Se alguém que lê estas linhas se sentir tocado por ser considerado por quem vos escreve como um troglodita social, faça o favor de se sentir como tal e acrescentar o favor pessoal de se ofender, porque o é na realidade!

Se o Fado é sofrimento, então a música cigana está apenas a um passinho de um tiro na cabeça. Que sofrimento atroz é aquele? Muito sofre aquela gente. E então por amor... Parece que o mundo vai acabar naquele preciso instante.
Passar parte da manhã a ouvir música cigana é algo que se deseja somente aos que se portam mal.
Se no tempo dos Romanos ou na Inglaterra medieval houvesse música cigana, de certeza que não haveria o Coliseu nem as famosas máquinas de tortura... Morte por esgotamento nervoso inflingido por exposição prolongada à música é que era!

E não, não era cigano (desculpem, de etnia cigana), era um mítico que só visto! Mas no meio disso tudo, o que importa o aspecto? Até podia ser a Mónica Bellucci que não deixava de ser uma idiota.

Que história é aquela da liberdade? Que acaba a de uma pessoa assim que começa a de outra? Sim, sim...
Desculpem lá mas gostos discutem-se.


PS: Não, não deu para intervir. Perante o aspecto do indivíduo e a responsabilidade que neste momento tenho que ter perante o meu braço não dava, pois não me pareceu que lá fosse com conversa. E algo me diz que um telemóvel ia aprender a voar...

Porque será?

Doente calmo, lúcido e orientado (...) Colaborante mas muito ansioso (...).

Pudera! Com o efeito da anestesia a passar e a começar a sentir os apertos da costura não havia de estar ansioso... "Não te concentres na dor, concentra-te na música" (que por ironia era a 'Easy' de Faith No More).

Respira fundo, jovem, que a dor é psicológica.

Conceito de felicidade...

... com uma pitada de ironia:

Passar com este:

Por estes, "encalhados", na berma:



A felicidade está nas pequenas coisas, dizem...

Só uma ligeira adenda...

Ao texto anterior.

Há algo de curioso com a população. Bastou uma tal crise (que pelos vistos alguém que está com "eles" na mão com medo de ficar sem os ditos veio dizer que está no fim - mais areia para os olhos, mais um acto de "enorme" responsabilidade) e agora uma gripe (que os meios informativos teimam em exagerar no alarmismo e se esquecem do racio contaminação/cura) para as pessoas se esquecerem de uns tais combustiveis que estão lá bem no alto outra vez...

Sim, têm razão, as pessoas estão preocupadas com os seus empregos e a sua saúde. Mas se o desemprego aumenta, como é possivel aumentar também a procura de gasolina e gasóleo?

Pois não, não sou economista, o que é que eu sei acerca destas coisas...?

Pausa:

1. Breve interrupção.
2. Descanso, intervalo.

É o que vou fazer. Forçadamente.
Porque isto de comentar os vossos textos com um braço já é difícil, quanto mais escrever os meus próprios textos.
Estarei de volta sensivelmente dentro de 2 semanas.
Até lá, vou frequentando as vossas tascas.
Até lá, fiquem com um homem que não faço a mínima ideia se foi ou não um ministro exemplar, mas que vejo que apelida os protagonistas políticos com os termos correctos e que parece que com este senhor as habituais virgens ofendidas não se ofendem.
A quem não viu o 'Negócios da Semana' desta semana só vos peço que vejam o resto do programa. Sozinhos ou acompanhados, são 50 minutos que valem o tempo dispendido.



Até lá, abraços e beijos.

QUESTÃO PERTINAZ, ou a saúde de ferro.

Já repararam por certo em certas conversas que terminam com o naturalíssimo "o que importa é que haja saúde..."?

E quem não a tem, como fica?

A sombra de mim mesmo...

Há momentos na vida que definem uma pessoa. Talvez a soma desses momentos a definam por completo até esse ponto.
Amanhã será completada mais uma etapa. Um futuro há muito tempo anunciado.

Não cheguei a ser ladrão, mas fui ladrão de sentimentos, repressor de vontades.
Fui desportista. A minha grande paixão e o meu habitat natural. E ainda o sou, mentalmente.
Já estive ligado à informática. Desliguei-a. Não era para mim, definitivamente (nem nunca o foi, tirando os PES).
Hoje sou o que sou, faço o que faço. Descobri-lhe o gosto, o prazer. Habitat natural substituto. Devo essa descoberta a uma certa queda para isso (naturalmente) mas devo-a ainda mais ao meu carácter, às minhas persistência e vontade, à minha (desconhecida) força.

Pois a partir de amanhã de pouco servirá todo este passado, todas as experiências. A partir de amanhã nada do que fiz até aqui contará - excepto as borradas, que essas já se começam a fazer sentir -, aquilo que fui até hoje de nada servirá.
A única coisa que contará, que terá peso é a personalidade que se formou e ficou.

A partir de amanhã nada mais será como dantes.
A partir de amanhã será um começo, mais que um recomeço.
O que quer que aconteça de amanhã em frente, em todos os caminhos que se me apresentarem, terei somente uma coisa em mente, far-me-ei acompanhar de uma certa "trindade", como uma amiga (especial) me disse:

- Força, coragem e determinação.

Será o começo de uma nova aventura.
Apesar não o parecer, nem o ser, é assim que terá que ser encarada a vida daqui para a frente. Demorei muito a chegar a esta conclusão e a esta atitude, mas cheguei. E talvez este - de iniciar este espaço - tenha sido o passo definitivo (somado a quem sempre lá esteve).

PS1: Aproveito amanhã também para mudar algo (nada de mais) para vos "ajudar", excepto a Ginger, que já o faz. Depois fica ao vosso critério.
PS2: Nada de pensarem em depressões e tristezas, sff, porque não é o caso. Obrigado :)

As leis dos homens.

"Ainda acreditas nas leis feitas pelos homens?", comentava com uma amiga.

Se há coisa que me "apavora" são as ditas mulheres emancipadas que cada vez mais aparecem a afirmarem-se como tal, que por vezes só consigo equiparar tal "espectáculo" às manifestações do orgulho homossexual. É um tanto forte, mas é o que sinto, à devida proporção, obviamente.

Apavoram-me determinados comportamentos, determinadas filosofias e formas de estar, as comparações e auto-justificações perante o passado "dominado" pelos homens.

Se há coisa que sempre admirei no sexo oposto são os seus valores e as características próprios, a força e a determinação, não por todos os meios, não contra tudo e contra todos, espezinhando o próximo se tal for necessário, mas pela crença em si próprias e - tal como supra-referido - nos seus (belos) valores.

Há muito acredito que estaríamos melhor governados pelas mulheres em determinados aspectos (talvez sim, talvez não).
Há muito que sei como são os homens movidos - lido com isso todos os dias, tendo o meu chefe (e o anterior) como exemplo. Falam, falam, mas todos acabam por ter o mesmo comportamento.
Mas se for somente para substituir um pénis por uma vagina e não toda uma estrutura moral e profissional, então o melhor é ficarem as coisas como estão. Se é para se guiarem por um sentimento de "vingança", mais vale ficarem onde estão.
Acredito na competência e não no "olho por olho, dente por dente".

É isso que me preocupa, que as mulheres estejam a perder a noção de quem são. Ou então é pelo facto de só agora estarem a começar a estar de igual para igual e no fundo não haja assim tantas diferenças...

A bola está no vosso campo, meninas (eu avisei que o futebol estava de volta...).

PS: Quando falo de mulheres não estou implicitamente a falar na Ferreira Leite, por exemplo. Ou na Maya Texugo (só para ir buscar a mais recentemente falada). Haverá sempre as excepções à regra.

PORTUGAL PROFUNDO, ou a convergência de valores.

Facto curioso este. Diria mais estranho que curioso.
Ou nem um nem outro? Talvez pertinente se adeqúe mais.

Passadeiras pintadas, obras acabadas, ruas (bem) sinalizadas, estradas sem buracos, rotundas finalizadas; Até churrasqueiras em tijolo estrategicamente espalhadas pelas localidades.

É, não é? As eleições à porta...

Mas serão eles assim tão diferentes?
Será o comum cidadão assim tão diferente?

É interessante.
No trabalho passam-se as horas e o ritmo é calmo e constante. Mas quando a hora de sair se aproxima aí... É um "ver se te avias" como se não houvesse amanhã. Tudo é urgente. Tudo tem que ser tratado com o máximo de prontidão e rapidez. De repente perdem-se as capacidades orais e sociais. "Desculpa mas agora não tenho tempo, estou quase a sair".

Na relação é o mesmo.
Ao princípio nada é impossivel. Tudo é possivel. Há sempre tempo e disponibilidade.
É uma corrida dos 100 metros com a inocente crença de ser uma maratona.
Ele é guiado pelo espírito conquistador dos antepassados. Ele é atencioso, só tem olhos para ela. Mais ninguém existe no mundo. É prestativo, carinhoso e educado. Ele respira paciência. Luta, esgrima, faz contorcionismo e figura de parvo se necessário. Ela é o seu moínho de vento. Nada o pode parar. Ela é ela - a tal.
Mas com o tempo tudo se inverte e negligencia-a. É uma igual às outras. Nem tanto. Desceu do pedestal.
Até que a chama se consome. Não pode!
Novamente o espírito da conquista, desta vez carregado pelo orgulho combalido. E aí vai a votos. Novo "mandato" ou mudança de ares?

No futebol, por exemplo, uma equipa passa ao lado do jogo até aos 85 minutos. Então é vê-los a correr como nunca. A jogarem todos ao ataque, como se da vitória dependesse a vida deles. A aplicarem o famoso "chuveirinho".

Eles não são diferentes de todos nós. "Eles" são "Nós". Eles são um espelho do mundo. Quer queiramos, que não.

É assim o Homem. São assim as leis do Homem.

Pontapé de saída.

A época de futebol vai começar e por isso vai voltar também a este espaço.
À Treze, à LFL, é como calhar.

"Então mas não era para fazer umas alterações aqui à tasca?"
Era e é.
Aos poucos.
Ou então essa mudança far-se-á para o outro Lugar.

Que o Jesus (está em itálico porque tem que ser lido em inglês) faça o milagre!
"Vai Vitória! Voa mais alto!"

A Beleza e o Fetiche nos olhos de quem os vê

Está tudo escrito? Tudo analisado e esmiuçado? Muito bem, é agora que eu entro.

Com a massificação das opiniões tornadas públicas via blogues, qualquer novidade que apareça é vista, revista e (re)visitada por muita gente.

Quanto à Maya (não percebo porque tanta gente insiste em "acarinhá-la" por tia) vi questões várias serem feitas. O porquê de o ter feito? O que é que os homens vêem nela e que tipo de homens é que afinal há em Portugal? Que raio de revista se presta a estas sessões? E aquela tatuagem computorizadamente removida?

Não creio que se importe minimamente que haja homens (e mulheres, quem sabe?) que a levem até à casa de banho para concretização das suas fantasias. Nem que discutam sobre a arte da tatuagem ou em ajudar na desmistificação de que a beleza feminina termina aos 30.

A senhora já conseguiu o que pretendia (a meu ver) - que falassem dela. Simples.

Quanto a mim, o único apontamento merecedor desse efeito é de que me faz lembrar um texugo, não sei porquê...
E ninguém me tira da ideia de que aquele corpo não é o dela. Não digo isto no sentido de não ser o corpo real dela, ajudado pelas mãos de um qualquer Photoshopiano. Digo-o no sentido de o corpo ser de outra mulher. É que aquela cabeça é totalmente desproporcionada do resto do corpo. Ou então é do meu monitor - o que não creio.


Certo?


Sou só eu ou a Maya tem na Fátima Felgueiras a irmã gémea...? Ou será um tributo? (Olhó fetiche em dose dupla)


Não tenho nada contra este tipo de exposição mas não haverá ninguém que olhe por estas almas caridosas? Não teremos fotógrafos e editores talentosos?
É que já aquando da sessão da Ana Buéreré também o nível de piroseira estava bem alto (coisa que muito pouca gente referiu, por estranho que pareça, preferindo concentrarem-se no seio esquerdo da camionista).
Ainda se admiram que este país não vá a lado nenhum...

O sorriso mental e a estupidificação.

Há coisas "engraçadas" que me fazem observar, parar para reflectir e colocá-las no devido enquadramento, inseri-las na realidade em que nos encontramos.

Estava ontem no intervalo do almoço a ver o desporto na CNN quando passaram uma reportagem de um grupo cada vez maior de iraquianas que praticam judo.
Nada de mais até terem aparecido duas com as camisolas... Da nossa selecção, ambas com a camisola do Luis Figo.

Quando há 5 anos estive nos States, conheci uma Coreana que ao lhe informar de que país era, logo disparou "Pigo, Pigo". Não, não me identificou como um potencial transmissor do H1N1. E sim, corrigi-a, transformando o "Pigo" em Figo.

Dá que pensar...

Mas depois lá vem o tuga surpreender e estupidificar a minha alma e dar que pensar ainda mais.

Num zapping, passei pela TVI em plena festa da estação no Sasha Beach. E parei porque no preciso momento que passei por lá a reporter que andava nas habituais entrevistas diz, palavra por palavra:

"E agora tenho aqui um dos músicos mais consagrados do panorama nacional..."

E esta era a altura em que apresentava aqui os artistas que me passaram pela cabeça naqueles milésimos de segundo de espaço entre a palavra "nacional" e o nome de um dos músicos mais consagrados do panorama musical, em que reforçava com fotos de cada um, elevando ainda mais o suspense acerca do artista fora da imagem televisiva à espera de pular para "dentro" da mesma.

Mas não. Aqui fica ele, o grandioso:








"Tó Pê"

(para quem não sabe quem é...)

Por esta não esperavam, pois não? Nem eu...

Ainda lhes vai valendo o Dr. House...

Tendências.

É impressão minha ou os estilistas estão a descurar a máscara para as colecções Outono/Inverno?

Viagem dourada.

Há qualquer coisa de mágico quando se atravessa a Marginal - especialmente com o céu descoberto. Não sei o que é.

Talvez seja o mar, brilhante e vibrante, enquanto aconchega o sol.
Não sei. Tudo o resto é alcatrão e carros.
Só pode ser da conjugação das minhas partes favoritas da Natureza (sol e mar) e da minha natureza (descontracção sem racionalização).

A magia sublima e completa-se com o percurso através do Guincho.
O vento aparece, triunfante, mas o que deslumbra os sentidos é mesmo a cor do mar (infelizmente não muito ilustrativo pela foto - a máquina tem dias e ainda não a domino...)... Um verde extraordinário!
Mas não é um verde qualquer. É um verde de tons azulados, se é que me faço entender (só o perceberia vendo, para ser sincero).

Mas para a viagem ser MESMO completa, falta ir mais além. Falta percorrer o resto da estrada até Sintra. E aí sim, o dia conquistado.

A concretizar...

E há coisas fantásticas que se descobrem quando a única opção no auto-rádio são as estações de rádio...



PS: Por vezes a felicidade é tão simples, não é?