Nem por acaso...

Que ao ler o jornal vi confirmada a questão de quem tinha escrito (traduzido) os jogos. Foi um senhor, emigrante em França com a 4ª classe. Não que as capacidades do senhor estejam em causa, porque o que não falta por aí são licenciados a escreverem mal.

A confusão que me continua a fazer tudo isto é a displicência com que se fazem estas coisas. A falta de organização do sistema. E pior que isso, é a falta de verificação e análise antes de colocar o Magalhães à disposição de crianças que ainda estão na fase de aprendizagem.

Já para não falar no tempo que demorou até que alguém desse por tais erros...

Lá diz o ditado: "A pressa é inimiga da perfeição".


DD

2 comentários:

João Cacelas disse...

Antes de sair esta "pseudo-bomba" nos jornais já eu me tinha apercebido das dezenas e dezenas de erros ortográficos do Magalhães (graças a um primo que tem um). Espanta-me como é que os políticos iluminados só tenham descoberto isso agora.
Acho que o senhor que fez a tradução não tem quaisquer responsabilidades no caso...estranho foi o Ministério da Educação (que suponho que tenha sido quem financiou os ditos jogos) ter contratado ou ter autorizado a contratação de um homem que além de ter apenas a 4ª classe, também é emigrante em França há muitos anos, sendo assim perfeitamente natural que dê muitos erros ortográficos.

DD disse...

E como disse no post, espanta-me que ninguém faça a verificação do programa...